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Resultado do Prêmio Camões

Alberto da Costa e Silva, historiador, poeta, memorialista, membro da Academia Brasileira de Letras, foi contemplado com o prêmio máximo da língua portuguesa, o Camões, concedido, em edições anteriores, a Antonio Candido, António Lobo Antunes, João Cabral de Melo Neto, José Saramago, Lygia Fagundes Telles, Mia Couto, entre outros. A jornalista Maria Fernanda Rodrigues, do jornal O Estado de S. Paulo, escreveu a respeito da premiação e do premiado. 

Alberto da Costa e Silva é autor de Imagens da África: da Antiguidade ao século XIXCastro Alves, um poeta sempre jovemDas mãos do oleiro, entre outros.

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XIII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia

Extraído do site Fórum:

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lançou o Edital do XIII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. No programa, são oferecidos 18 premiações de R$ 53 mil, distribuídas em três módulos: Projeto de livre criação fotográfica; Projeto de documentação fotográfica do Brasil; e Projeto de produção de reflexão crítica sobre fotografia. O prazo de inscrições vai até o dia 18 de setembro.

Com a iniciativa, a Funarte pretende incentivar as ações artísticas no campo da fotografia e espera contribuir para a formação de público para esta linguagem artística em seus vários setores.

Podem se inscrever Pessoas Físicas (indivíduo ou representante de coletivo de artistas) ou Jurídicas. Cada proponente pode inscrever quantos projetos desejar, exclusivamente por via postal, com os seguintes materiais:

a) Formulário de inscrição, composto dos dados do proponente e do projeto, disponível no endereço eletrônico da Funarte (www.funarte.gov.br), devidamente preenchido, datado e assinado, obrigatoriamente na forma impressa; b) Currículo do(a) proponente e dos profissionais citados na ficha técnica do projeto, solicitada no formulário de inscrição; c) Carta de anuência da instituição que abrigará as ações do projeto. d) Carta de anuência de uma produtora e de uma assessoria de imprensa; e) Plano de comunicação com o detalhamento da estratégia de divulgação do projeto; f) Em caso de inscrição de coletivo de artistas, é obrigatória a apresentação de carta de anuência de todos os componentes do coletivo, identificando o nome do proponente e do projeto a ser inscrito;

Dúvidas e questionamentos poderão ser enviados para o endereço eletrônico: marcferrez2013@funarte.gov.br.

Para acessar a página da Funarte com todas as informações e edital completo, clique aqui.

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Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

Extraído do Blogtailors. O livro O cinema da poesia, de Rosa Maria Martelo, é mesmo uma beleza:
O livro O Cinema da Poesia, de Rosa Maria Martelo, venceu o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão». Leia mais no Público e no Diário Digital.

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Prémio Literário Casino da Póvoa divulga finalistas

Extraído do Portal da Literatura:

Já são conhecidos os oito finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros, atribuído no âmbito da 14ª edição do Correntes d’Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, que irá realizar-se entre 21 e 23 de fevereiro de 2013.

São os seguintes:

A Terceira Miséria, Hélia Correia, Relógio D’ Água

As Raízes Diferentes, Fernando Guimarães, Relógio d’Água

Caminharei Pelo Vale da Sombra, José Agostinho Baptista, Assírio & Alvim

Como se desenha uma casa, Manuel António Pina, Assírio & Alvim

De Amore, Armando Silva Carvalho, Assírio & Alvim

Em Alguma Parte Alguma, Ferreira Gullar, Ulisseia

Lendas da Índia, Luís Filipe Castro Mendes, Dom Quixote

Negócios em Ítaca, Bernardo Pinto de Almeida, Relógio D’Água

As listas dos finalistas, bem como doss ta dos finalistas, bem como  do Prbidos, bem como e alertar con 75 livros recebidos para o concurso, estão disponíveis no portal municipal. São livros de poesia publicados em português, editados em Portugal (1ª. edição), escritos por autores de língua portuguesa, castelhana e hispânica, entre julho de 2010 e junho de 2012. Foram excluídas as obras que não tenham respeitado as datas e as Obras Póstumas, Obras Completas, Compilações e Obras de Literatura Infanto-Juvenil.

O Júri, constituído por Almeida Faria, Carlos Vaz Marques, Helena Vasconcelos, José Mário Silva e Patrícia Reis, reunirá no dia 20 de fevereiro para decidir qual será o livro vencedor.

Ao Prémio Literário Correntes d’Escritas/ Papelaria Locus concorreram mais de uma centena de trabalhos (103) – poesia – escritos por jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, naturais de países de expressão portuguesa. O valor deste Prémio Literário é de mil euros e, para além disso, o Poema premiado será publicado na edição seguinte da Revista Correntes d’ Escritas.

Para o Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha Correntes d’ Escritas foram recebidos onze trabalhos sobre a Póvoa, de prosa ou poesia. Os participantes habilitam-se ao prémio de mil euros e ainda a verem a sua obra editada pela Fundação

Está ainda a decorrer o processo de receção e catalogação dos trabalhos concorrentes ao Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’ Escritas Porto Editora (para trabalhos coletivos realizados por turmas do 4º. ano do 1º. ciclo do Ensino Básico).

O anúncio dos premiados realizar-se-á no dia 21, pelas 11h0o, no Casino da Póvoa, na Sessão de Abertura da 14ª edição do Correntes d’ Escritas, que decorrerá até ao dia 23, data na qual será entregue o Prémio ao autor galardoado na sessão de Encerramento – Cerimónia Pública – do Encontro.

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“Anna Maria Maiolino é vencedora do 1º Prêmio Masp”

Extraído do site Folha de S. Paulo:

A artista Anna Maria Maiolino é a vencedora da primeira edição do Prêmio Masp/Mercedes-Benz de Artes Visuais 2012, e irá receber R$ 200 mil, um dos maiores valores para prêmios voltados à arte contemporânea.

“Esse prêmio é como a confirmação da afiliação pela qual optei, do meu desejo de ser adotada pelo Brasil. Afinal, estou aqui desde os anos 1960”, disse Maiolino à Folha, anteontem, pouco antes de embarcar para a Alemanha. Lá, participa da 13ª Documenta, em Kassel.

Nascida na Itália e tendo vivido na Venezuela, Maiolino foi desenvolver no Brasil a maior parte de sua carreira. “Minha obra é totalmente devedora da arte brasileira, foi aqui que ela germinou. Com esse prêmio, me reconcilio com a minha vida peregrina”, definiu ela, que completa 70 anos no domingo.

Também foi oferecido um prêmio de R$ 60 mil ao mineiro Paulo Nazareth, como “talento emergente”. Ele está em cartaz em São Paulo na mostra “Noticias de America”, na galeria Mendes Wood.

O que vai fazer com o dinheiro? “Investir em banana. Comprar uns três porcos e um lote para plantar banana”, brincou Nazareth.

O anúncio dos premiados representa uma alteração no projeto inicial do Museu de Arte de São Paulo (Masp), que seria relacionar três finalistas e dar a todos uma mostra na instituição. Somente então o júri escolheria um vencedor.

“Achamos que não teria sentido ter duas etapas. Seria mais correto indicar já o vencedor”, disse Chris Dercon, diretor da Tate Modern, em Londres, que compôs o comitê com o colombiano José Roca e os curadores brasileiros Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff e Teixeira Coelho, do Masp.

Para dos Anjos, uma das razões que levaram à escolha de Maiolino foi o fato de haver, em sua obra, “uma afirmação da potência da ‘coisa’ e do ‘gesto’ comuns, da possibilidade de encontrar, no cotidiano, elementos que nos reposicionem diante da vida partilhada com os outros”.

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Vencedor do Prêmio de Poesia da Fundação Biblioteca Nacional

O poema faz parte do livro Poemas (Companhia Editora de Pernambuco), de padre Daniel Lima. O livro foi agraciado com o prêmio de poesia da Fundação Biblioteca Nacional, conforme notícia da Folha de S. Paulo:

 

Há misérias nos homens
Os anjos cantam nas nuvens.

Era Sexta-feira Santa
Cristo morria.
Judas se enforcava.
E eu tomava sorvete.

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Prêmio Faz Diferença 2011

Reproduzido do site do jornal O Globo:

Ítalo Moriconi

Suzana Velasco – suzana.velasco@oglobo.com.br

O trabalho de Italo Moriconi na Bienal do Livro – ele foi curador do Café Literário pela segunda vez – foi mais um dos esforços desse professor de literatura brasileira da Uerj em empreender uma mediação entre universidade, autores, grande público e mercado.

– Minha preocupação era garantir um lugar para a literatura brasileira, pôr em contato com o público uma geração muito ativa nos últimos 15 anos. É a concretização de um perfil que venho construindo há muito tempo – diz Moriconi.

Um dos momentos cruciais nessa construção foi a organização, no início dos anos 2000, de duas coletâneas para a editora Objetiva, em que o crítico selecionou os cem melhores contos e os cem melhores poemas do século XX. Sucesso de público, o projeto – que não escapou de críticas no meio universitário – foi, para Moriconi, o primeiro passo para romper as barreiras da academia.

– Atravessei os muros da universidade na organização desses livros, tendo contato com a nova realidade do mercado. Já estava cansado de ficar só no cânone das obras universitárias – diz ele, cujos projetos de pesquisa sempre se relacionaram à prosa e à poesia contemporâneas. – Quero pensar como o conhecimento acadêmico pode interagir com os movimentos literários contemporâneos.

Outro passo importante nessa trajetória foi assumir, em 2008, a direção da editora da Uerj. O objetivo de Moriconi é atingir o mercado do livro universitário – que no exterior é em grande parte abastecido pelas editoras ligadas a essas instituições. Pela EdUerj, ele organizou a coleção Ciranda da Poesia, dedicada à crítica da produção contemporânea, sempre acompanhada de uma antologia de poemas do autor em questão. Para ele, essa é uma forma de o leitor se familiarizar com uma linguagem com a qual nem sempre tem intimidade. Em abril e maio, a coleção publicará poetas estrangeiros.

A pesquisadora Heloisa Buarque de Hollanda, editora da Aeroplano – que publicou uma seleção de cartas de Caio Fernando Abreu feita por Moriconi -, ressalta a qualidade do crítico de correr riscos.

– Ele sempre mostrou uma curiosidade enorme pelo contemporâneo e pelos assuntos que a academia considera menores. Mas a História já demonstrou que as formações discursivas emergentes vão se consolidar como as novas séries literárias bem mais rápido do que se pensa. E o Italo trabalha muito bem essa zona de risco – diz Heloisa.

O professor e poeta lembra que hoje as universidades são muito mais abertas à pesquisa sobre a produção literária contemporânea, citando a Uerj e a PUC-Rio, além de núcleos em Minas Gerais e Brasília. Mas ainda vê outras possibilidades no futuro:

– Em certo sentido, a separação entre Letras e Comunicação foi ruim para o estudo da literatura contemporânea. Estou preocupado com a formação de quadros para o novo tipo de comunicação dos blogs, da internet, e com a redefinição do jornalismo impresso. A faculdade de Letras pode contribuir para isso.

Este ano, Moriconi participa da comissão de seleção de 20 escritores para o primeiro número da prestigiada revista americana “Granta” dedicado à literatura contemporânea nacional. Editado pela Objetiva, “Os melhores jovens autores brasileiros” será lançado em julho, durante a décima edição da Festa Literária Internacional de Paraty.

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