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Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade

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Programação completa do Dia D – Dia Drummond

Programação completa do Dia D – Dia Drummond [via IMS]:

BRASÍLIA

 

Sebinho Livraria café e bistrô

Cln 406, Bloco C, s/n, Lojas 30/34/44/72 – Asa Norte
Telefone: (61) 3447-4444

Dia 31 de outubro

Horários:
Das 9h às 22h – Exibição do vídeo sobre as 4 fases da poesia de Drummond, recitadas pelos funcionários do Sebinho

Das 12h às 23h – No almoço e jantar teremos um cardápio tipicamente mineiro, com direito a petiscos, doces e uma cachacinha mineira.

Às 19h – Exibição do filme “Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade” com a apresentação feita pelo Professor da UnB Alexandre Pilati.

Às 20h – Sarau Declame para Drummond com microfone aberto.

Às 21h – Liberação dos 180 poemas do “Projeto Declame Drummond” em balões de gás-branco-paz para serem encontrados no meio dos caminhos de Brasília. 

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CEARÁ

 

Fortaleza

Instituto da Primeira Infância – Iprede / Universidade Federal do Ceará

Rua Professor Carlos Lobo, 15.

31 de outubro

9h30 – Recepção dos participantes e imersão com áudio e vídeo sobre a obra de Drummond. 

10h – Exibição do DVD Vida e verso de Carlos Drummond, de Andrade, produzido pelo IMS, com roteiro e direção de Eucanaã Ferraz e fotografia de Walter Carvalho. 

10h30 às 12h – Sarau lítero-musical

 

Auditório Associação dos Docentes da UFC – ADUFC

Av. da Universidade, 2346 – Benfica. 

31 de outubro, das 9h às 12h. 

Entrada gratuita e aberta ao público.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.  

Mesa-redonda: “Drummond: o tempo presente, a vida presente”.

Com participação de professores de Literatura Brasileira da UFC: Marcelo Magalhães, Claudicélio Rodrigues e Suene Honorato. Promoção: Departamento de Literatura da UFC. 

Organização: Fernanda Coutinho, Tyanne Maia e Yuri Poti. Realização: Universidade Federal do Ceará, ADUFC.  

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MINAS GERAIS

 

Poços de Caldas

Casa da Cultura – Instituto Moreira Salles

Rua Teresópolis, 90 – Jardim dos Estados.

31 de outubro, às 19h.

Aberto ao público com limite de 150 participantes. Entrada gratuita. 

O Educativo de Poços de Caldas realizará no Dia D um sarau com a participação de membros da academia de letras de Poços de Caldas. Antes do sarau, às 19h, será exibido o DVD Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade

Para informações, entrar em contato com o setor educativo pelo telefone (035) 3722-2776, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h.

 

Belo Horizonte

Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade

Rua José Galding, 21, Letícia, Belo Horizonte

Dia D – Guerra e esperança nos versos de Drummond

25 de outubro

8h – Concentração na EMCDA

Exposição de trabalhos e intervenções poéticas.

9h – Lanche

9h30 – Caminhada em favor da paz rumo ao auditório da Escola de Ensino Especial (Rua Carlos Torrezani) com participação especial dos Arautos da Poesia (Sabará/MG)

10h – Chegada ao Ensino Especial

10h15 – Apresentação do Grupo Aprendizes de Drummond: poemas encenados das obras Sentimento do mundo, José e A rosa do povo.

Às 11h – Show Poemas musicados com Ana Cristina e Sarau Trio 

31 de outubro, às 19h

Noite de Sarau com Aprendizes de Drummond e Grupo Semearte de teatro.
Eventos abertos à comunidade.

 

Livraria Mineiriana 

Rua Paraíba, 1419 – Savassi- Tel.: 31 3223-8092.

31 de outubro

Das 9h às 22h – Exibição em looping do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade 

19h30 – bate-papo com escritores mineiros sobre a obra do Drummond e leitura de poemas do poeta.

Com: Ana Martins, Kiko Ferreira, Laura Cohen, Jovino Machado, Ana Elisa, Maria Ester Maciel, Sérgio de Mattos, Carlos de Britto, Leo Moraes, Teodoro Rennó, Guilherme Hargreaves, Patrícia Mães, Kaio Carmona, Jacyntho Lins Brandão, Simone Andrade e Mário Alex Rosa.

 

Tiradentes – MG

Sesi Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves 

Sistema Fiemg – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais
Rua Direita, 168 – Centro – Tiradentes – MG.

O Sesi Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves, em parceria com o Museu da Liturgia e Instituto Cultural Biblioteca do Ó, convida para a exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade e sarau de poesias. 

7 de novembro  

19h – Sarau de poesias 

20h – Exibição do filme 

 

Viçosa – MG

Casa Arthur Bernardes

Praça Silviano Brandão, no 69 – Centro.

8 de novembro

18h – Leitura de poemas; Microfone aberto.

19h30 – Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

Entrada gratuita. Limitado a 100 lugares (estudantes universitários, professores e demais membros da comunidade interessados)

Organização – Luciana Beatriz Ávila (UFV); Elisa Lopes (UFV); Renata Sant’Ana (FDV)
PIBID – Departamento de Letras Artes da Universidade Federal de Viçosa.
Projeto Língua Portuguesa/Literatura.
Faculdade de Viçosa (FDV)

Apoio de DAC e PEC (UFV)

 

Itabira – MG 

Galeria de Arte da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro.

6 a 24 de outubro – Entrada gratuita.

Horário: de terça a sexta-feira, das 8h às 18h; sábado e domingo, das 10h às 16h. 

Exposição itinerante Carlos Drummond de Andrade – Hoje tem festa no meio do caminho.

Por meio da parceria entre a Fundação Cultural e a Superintendência de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais, Itabira recebe mais uma vez a exposição literária itinerante que homenageia o poeta maior. Em Hoje tem festa no meio do caminho, 22 painéis coloridos e ilustrados narram a vida e a obra de Drummond. 

Agendamento de visitas guiadas: Biblioteca Pública Luiz Camillo de Oliveira Netto

Telefone: (31) 3835-2102

E-mail: bibliotecapublica.itabira@fccda.mg.gov.br

 

Casa de Drummond 

Praça do Centenário, 116 – Centro.

Todas as terças-feiras, às 14h – Entrada gratuita.

Projeto “Tecitura” 

Ler, bordar, compartilhar ideias entre linhas coloridas, bastidores, dedais e poesia. Esses são os objetivos do projeto “Tecitura”. Em encontros semanais, no jardim interno da Casa de Drummond, um grupo de bordadeiras se reúne para pesquisar e difundir a obra de Carlos Drummond de Andrade e vários outros poetas brasileiros. 

Informações: Os trabalhos do grupo já estão acontecendo e os interessados podem entrar em contato na Casa de Drummond. Telefone: (31) 3835-3894

 

Extensão cultural – Circuito Bairros – Praia

Rua Guarani – Bairro Praia

19 de outubro, às 14h – Entrada gratuita.

Dando sequência ao projeto de descentralização cultural, o Circuito Bairros leva suas atrações ao bairro Praia. A programação começa com a contação de histórias musicais com a trupe belo-horizontina Maria Farinha e, logo após, atividades circenses. Além disso, a Biblioteca Pública Luiz Camillo de Oliveira Netto, por meio do projeto “BibliotecaMinha”, promove atividades de incentivo à leitura. E encerrando o dia, o show “Itabiranos em Cena” reúne os artistas Sérgio Diaz, Banda DR80 e Banda Jurassic Metals.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro.

21 a 24 de outubro – Entrada gratuita.

Terça a sexta-feira, das 8h às 18h; sábado e domingo, das 10h às 16h30.

Exposição Drummond: Memórias da terra natal 

Esta exposição reúne trabalhos confeccionados por alunos da rede municipal de ensino de Itabira. A ideia é evidenciar a forte presença da terra natal na obra drummondiana, já que Itabira é retratada como espaço de destaque nas lembranças que permeiam a criação do autor.

 

Escola Livre de Música 

Rua Guarda-Mor Custódio, 156 – Centro.

22 de outubro, às 19h – Entrada gratuita.

Música: Recital de piano com os alunos do professor Felipe Magalhães e apresentação da Orquestra de Teclados da Escola Livre de Música de Itabira. 

Os alunos do professor Felipe Magalhães abrem a noite apresentando-se em um belo recital de piano. Em seguida, com arranjos exclusivos para esta atividade, a Orquestra de Teclados reúne vários alunos de piano com níveis diferentes para fazer música juntos. Este será o primeiro recital temático, com o repertório dos Beatles.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro.

27 a 31 de outubro.

Segunda a sexta-feira, das 9h às 20h – Entrada gratuita. 

Feira literária

A Fundação Cultural recebe uma feira literária que reúne importantes editoras brasileiras, dá acesso aos principais sucessos literários nacionais e apresenta as novidades do mercado internacional.

 

Memorial Carlos Drummond de Andrade 

Pico do Amor, s/n°- Bairro Campestre.

27 a 31 de outubro, ao longo do dia – Entrada gratuita.

Literatura – Escambo literário

“Escambo” significa “troca direta de bens sem pagamento financeiro”.

A Fundação Cultural relembra esse antigo costume, incentivando as pessoas a trocar seus livros, em bom estado de conservação. Além disso, essa é uma boa oportunidade para trocar experiências e casos.

 

Casa de Drummond 

Praça do Centenário, 116 Centro.

27 a 31 de outubro, ao longo do dia 

Intervenção: Pintura mural com Laz Muniz

O artista plástico Laz Muniz se inspira na poética drummondiana para reproduzir “em traços” um pouco das características presentes na obra do escritor e transformar  o muro da Casa de Drummond num grande painel em homenagem ao itabirano ilustre.

 

Museu de Itabira 

Praça do Centenário, 116 – Centro.

27 a 29 de outubro

Horário: das 14h às 20h – Inscrição gratuita

Público alvo: a partir de 16 anos

Vagas: 20 

Oficina: “Casas, quintais e memórias: Uma incursão ao espaço do vivido e da diversidade”

Ministrante: José Márcio Barros e Lívia Espírito Santo. 

Inscrições: Av. Carlos Drummond de Andrade, 666 – 3835-2102.

Por meio do registro fotográfico e sonoro do interior das casas e das lembranças de seus habitantes, a oficina explora os modos de tecer memórias e a importância do patrimônio material e imaterial.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

27 de outubro

Horário: das 8h às 9h30 – Entrada gratuita 

Contação de histórias e sarau poético Contos e encantos: Drummond em prosa e verso.

Por meio de contação de histórias e sarau, crianças do ensino público são envolvidos em uma atmosfera de leveza e musicalidade e se aproximam do universo lúdico do autor. Essa é uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação.

 

Casa de Drummond 

Praça do Centenário, 137 Centro

27 de outubro

Horário: das 18h às 20h30 – Inscrições gratuitas

Público alvo: acima de 16 anos | Vagas: 18

Turma 1 

OFICINA: “A sacralidade da vida em Drummond”. Ministrante: Leda Carvalho 

Inscrições: Casa de Drummond, telefone (31) 3835-3894

 

Escola Estadual Mestre Zeca Amâncio

Rua Irmãos D’caux, 1 – Centro

Turma 2 

28 de outubro, das 19h às 21h30 – Inscrição gratuita

Público alvo: alunos do curso de Magistério | Vagas: 20 

Por meio de uma roda de leitura, Leda Carvalho promove uma imersão nos poemas e nas crônicas do autor ligados ao tema. Além disso, intercalando música, pesquisa de imagens, dinâmicas de entrosamento será possível diminuir o distanciamento entre autor e leitor.

 

Galeria da FCCDA

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

27 de outubro, às 18h – Entrada gratuita 

Música + literatura – Apresentação da Orquestra de Câmara e Drummonzinhos

A Orquestra de Câmara se apresenta com a série “música brasileira”, levando ao público um repertório que abrange clássicos da MPB e música brasileira instrumental.  E interagindo com os músicos, os Drummonzinhos interpretam pílulas literárias do poeta itabirano.

 

Galeria da FCCDA

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

27 de outubro, às 18h30 – Entrada gratuita 

Palestra: Humberto Werneck em “O mestre aprendiz”.

Humberto Werneck é jornalista e começou na profissão sob  o comando de Murilo Rubião. Ainda como jornalista, trabalhou em importantes veículos como o Jornal da Tarde (correspondente em Paris nos anos 1970), revistas Veja e IstoÉ e Jornal do Brasil. Além disso, é cronista do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo. A convite da editora Companhia das Letras, está preparando uma biografia de Carlos Drummond de Andrade. Entre seus livros lançados estão “O desatino da rapaziada – Jornalistas e escritores em Minas Gerais”, “O santo sujo — A vida de Jayme Ovalle” (prêmios APCA e Jabuti de biografia) e “Chico Buarque — Tantas palavras” (reportagem biográfica). Nessa palestra, fala sobre os anos de formação de Drummond – dos 17 (quando fez sua estreia na imprensa de Belo Horizonte) aos 32 (quando deixa Minas Gerais para sempre) – e discorre sobre as 133 crônicas que, oito décadas depois, ainda são privilégio de poucos leitores.

 

Teatro da FCCDA

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

27 de outubro, às 20h

Ingressos: R$ 5

Peça de teatro: O Palco em Resíduo Drummond 

A partir de muitos anos de estudo e aproximação da obra de Carlos Drummond de Andrade, o ator e professor de literatura Maurício Soares Filho, em parceria com a diretora Luciana Garcia, concebeu o monólogo Resíduo Drummond. Com texto composto por 19 poemas e prosas de Drummond, usando como suporte a figura de um homem com o qual todos conseguem se identificar, o espetáculo acaba sendo um belo convite ao universo poético.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

28 de outubro

Horário: sessão 1: às 9h30, sessão 2: às 14h  – Entrada gratuita 

Trupe Maria Farinha em No meio do caminho – Drummond para crianças.

Nessas apresentações, a Trupe Maria Farinha selecionou histórias e poesias que narram e cantam a obra do Menino Carlito Drummond. Aqui, a palavra além de informar, esclarecer e iluminar,  tem a fun- ção de produzir literatura.  A contação é comandada por Babu Xavier e Sandra Bittencourt  e eles tem a intenção de compartilhar  com a criançada livros, histórias e boas músicas.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

28 de outubro, às 18h – Entrada gratuita 

Palestra e mesa redonda “Diário de bordo das experiências pedagógicas com textos drummondianos”.

Trabalhar o texto drummondiano ainda é um desafio  para  os professores da rede municipal de ensino em Itabira. Para compartilhar experiências bem sucedidas e incentivar educadores a buscarem novas alternativas no estudo da obra do escritor, a Secretaria Municipal de Educação promove uma mesa redonda com a participação de Márcia Aparecida Martins, Maria Lúcia Azevedo de Oliveira e Fabiana Aparecida Fonseca. A mediação será feita por Conceição Ribeiro de Araújo.

 

Teatro da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

28 de outubro, às 20h – Entrada gratuita

Distribuição de ingressos uma hora antes do evento, sujeito à lotação 

Música – Makely Ka em “Cavalo motor”.

A inspiração desse show foi o percurso do personagem Riobaldo, protagonista de Grande sertão: Veredas, de Guimarães Rosa. A bordo de sua bicicleta, o músico pedalou por quase 1.800 km registrando áudios, vídeos e fotos de sua aventura.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

29 de outubro, das 8h às 9h.

Público alvo: alunos da Escola Municipal Marina Bragança de Mendonça.

Ministrante: Integrantes do Programa Biblioteca Escolar 

Oficina – Confecção de origami

A arte de dobradura chinesa ganha novos contornos quando inspirada na obra de Drummond. Assim, a oficina oferecerá técnicas de construção de origami, inspiradas na obra de Carlos Drummond de Andrade.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666

29 de outubro, das 10 às 12h 

Bate-papo e lançamento do livro infantil Benedito, com Josias Marinho.

O educador e ilustrador Josias Marinho lança o livro infantil Benedito, que conta a história de uma criança que se encanta pela batida do tambor do Congado, instrumento que guarda memórias ancestrais de um povo.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666

29 de outubro, às 14h – Entrada gratuita 

Laz Muniz e Alexsandra Teixeira em Pim! Pam! Pum… Fedeu!

Enquanto Alexsandra conta suas histórias, Laz Muniz faz suas ilustrações simultaneamente. Assim, eles levam o público infantil a momentos de lazer, interatividade, diversão e cultura literária.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666

29 de outubro, das 16h às 18h – Entrada gratuita

Público alvo: a partir de 10 anos | Vagas: 20

Inscrições: Av. Carlos Drummond de Andrade, 666 | 38358-2102

Bate-papo e oficina “Desenhando ao som de chocalhos”

Vencedor de importantes prêmios internacionais de literatura, Josias Marinho recebe o público para conversar sobre a literatura afro-brasileira. Em seguida, comanda uma oficina em que os participantes usam chocalhos nos tornozelos, além de uma espécie de sapatos-carimbo, e produzem não só sons, como arte.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666

29 de outubro, às 19h – Entrada gratuita 

Apresentação do Coral da FCCDA

Regido pelo maestro Felipe Magalhães, com nova formação, o Coral se apresenta com um repertório que abrange um conjunto de cânones, cantados em diferentes estilos, lugares e línguas.

Divulgação

 

Teatro da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666

29 de outubro, às 20h

Ingresso: R$ 5 

Palestra: Gabriel O Pensador em “Incentivo à Leitura” 

Com suas letras de cunho contestador, Gabriel O Pensador marcou posto no rap nacional, tanto por sua origem na classe média carioca quanto pela irreverência com que aborda alguns temas e estereótipos. Além de cantor e compositor, ele vem se destacando na literatura brasileira. Autor de duas publicações, “Um menino chamado Rorbeto” (infantil) e “Diário Noturno” (adulto), ele vem a Itabira falar sobre a importância da literatura em sua carreira.

 

Galeria da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

30 de outubro, às 19h – Entrada gratuita 

Roda de conversa “Amor na poesia de Drummond” 

Mediadas por Solange Alvarenga, as professoras itabiranas Joana D’Arc, Terezinha Bretas e Leda Carvalho abordam uma temática recorrente na obra de Carlos Drummond de Andrade: as várias facetas do amor.

 

Concha Acústica 

Encosta Leste do Pico do Amor, s/n

Dia: 30 de outubro, às 21h – Evento gratuito 

SHOW COM GABRIEL O PENSADOR 

Um dos maiores nomes do rap brasileiro, Gabriel O Pensador se destaca no cenário musical pelas letras carregadas de crítica social e política. Autor de sucessos como “Lôraburra” e “Retrato de um Playboy”, se acostumou a provocar polêmica com sua música. Em Itabira, canta grandes sucessos da carreira como “Cachimbo da Paz”, “Até Quando”, “Festa da Música” e “2345meia78” e apresenta as músicas do novo disco “Sem crise”.

 

Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

31 de outubro, ao longo do dia 

EXTENSÃO CULTURAL | DIA D – DIA DRUMMOND 

Em uma parceria com o Instituto Moreira Sales, a Fundação Cultural realiza exibições do longa-metragem “Vida e verso de Carlos Drum- mond de Andrade”, com roteiro e direção de Eucanaã Ferraz e foto- grafia de Walter Carvalho.  Baseado na leitura criada para o palco, em 2013, o filme reúne quatro importantes escritores contemporâneos: Joca Reiners Terron, Antonio Cicero, Alberto Martins e Afonso Henriques  Neto. Do nascimento à morte, Drummond aparece no filme de corpo e alma, com humor, ironia e emoção.

 

Fazenda do Pontal 

Rua Maria Julieta, s/n°. – Campestre

31 de outubro, às 14h – Entrada gratuita 

LEITURAS DRUMMONDIANAS 

Para homenagear os vinte anos da morte de Drummond, a professora da UnB, Elizabeth Hazin, escreveu a peça “Viagem na família”. A estudiosa se baseou em três palavras que, para ela, são uma constante no texto drummondiano: tempo, memória e morte. Assim, um grupo de atores itabiranos realiza a leitura da peça de Elizabeth.

 

Fazenda do Pontal 

Rua Maria Julieta, s/n°. – Campestre

Dia: 31 de outubro, às 16h – Entrada gratuita 

PALESTRA | IVAN DOMINGUES EM “PROJETOS LITERÁRIOS NA LEI ROUANET” 

Ivan Domingues das Neves é o Secretário de Fomento e Incentivo do Ministério da Cultura e responsável pela supervisão e aplicação dos projetos da Lei Rouanet e do benefício do Vale-Cultura. À frente da secretaria, vem trabalhando para implementar e incrementar as ações e políticas voltadas para o fortalecimento da riqueza cultural do país. Nessa palestra, discorre sobre as dificuldades que projetos literários tem para ser aprovados na Lei Rouanet e que empresas tem para atrelar sua marca a projetos como esses.

 

Memorial Carlos Drummond de Andrade 

Pico do Amor, s/n° – Campestre

31 de outubro, às 19h – Entrada gratuita 

LANÇAMENTO DA REVISTA “EM FOCO. A BELEZA DE ITABIRA ESTÁ EM SEU OLHAR – PERMANÊNCIA E RUPTURA” 

Os alunos do 3º Ano do Ensino Médio da EEMZA elaboraram uma revista que volta as atenções para a obra de Drummond e como ela influencia na conservação de bens materiais e imateriais.

 

Fachada da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

31 de outubro, às 18h –  Gratuito 

VIDEO MAPPING | PROJEÇÃO MAPEADA 

Este é um espetáculo interativo sobre o trabalho literário  de Drummond e sua ligação com a cidade de Itabira. Apresenta projeções e trilha sonora ao vivo em um show de imagens e luzes, transformando a Fundação Cultural em uma grande tela das narrativas do autor.

 

Teatro da FCCDA 

Av. Carlos Drummond de Andrade, 666, Centro

31 de outubro, às 20h

Ingresso: R$ 5 

CIA LUNA LUNERA EM “PRAZER” 

O ponto de partida desse espetáculo foi um fragmento do livro “Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” de Clarice Lispector, em que um dos personagens diz que “uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de”. No palco, quatro amigos se encontram em um país estrangeiro e tentam superar as inquietações e angústias do cotidiano apoiados na confiança de que ainda existe alegria no mundo.

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PARAÍBA

 

Guarabira

Associação dos moradores do bairro do Cordeiro

Rua Cônego Matias Freire, 247 – Bairro do Cordeiro.

24 de outubro, às 19h30.

Exibição para crianças e jovens do projeto social do Bairro do Cordeiro. 

31 de outubro, às 19h30.

Exibição para sócios e moradores do Bairro do Cordeiro. 

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

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PERNAMBUCO

 

Recife – PE

CIS – Centro Integrado de Saúde – Sala de leitura da Comunidade Roda de Fogo Recife

Rua Lindolfo Collor, 65. 

30 de outubro, das 8h às 10h30 e das 14h às 16h30.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade e recital de poemas de Drummond escolhidos pelos alunos. 

 

Colégio de Aplicação da UFPE

Avenida da Arquitetura s/nº – Cidade Universitária. 

31 de outubro, das 9h20 às 11h e das 11h às 12h40.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade e recital de poemas de Drummond escolhidos pelos alunos. 

Somente para convidados. 

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RIO DE JANEIRO

 

Rio de Janeiro 

Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea.

Exibição no cinema de Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade

 

31 de outubro, às 20h.

O filme, produzido pelo IMS, com roteiro e direção de Eucanaã Ferraz e fotografia de Walter Carvalho, reune quatro escritores contemporâneos para apresentar a vida e a obra de Carlos Drummond Andrade. Um narrador – Joca Reiners Terron – conta a vida do poeta, enquanto Antonio Cicero, Alberto Martins e Afonso Henriques Neto pontuam a cronologia com leituras de poemas, trechos de cartas, diários, crônicas e ensaios críticos.

Entrada franca. Senhas serão distribuídas antes da sessão. O cinema tem 113 lugares.

Programação infanto-juvenil – Atividade com poesia de Drummond pelos jardins do IMS

31 de outubro, 11h às 12h ou 14h às 15h
Faixa etária: 9 a 15 anos 
Local: Jardins do IMS RJ

A partir do poema “No meio do caminho” os participantes serão convidados a realizar um jogo de caça às palavras pelos jardins de Roberto Burle Marx e criar uma nova poesia.

 

Biblioteca Parque do Rio de Janeiro

Av. Presidente Vargas, 1261- Centro

31 de outubro

13h – Exibição do filme Consideração do poema, no auditório

14h30 – Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade, no auditório.

Após a sessão, o público será convidado a recitar, interpretar, poesias de Drummond, no palco, que terá microfone aberto aos interessados. 

Do lado de fora do auditório, no espaço do café literário, haverá livros de Drummond, do nosso acervo. As pessoas poderão consultar ou levá-los ao palco para apresentação.

 

Parque das Ruínas

Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa

4 de outubro, às 10h30

Leitura do roteiro Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade, organizado por Eucanaã Ferraz. Curadoria de Ninfa Parreiras e produção de Luciana Peralva, Miriam Ribeiro e Rachel Facó.

Biblioteca Central da PUC-Rio
Rua Marquês de São Vicente, 225
Edifício da Amizade – Ala Frings – 3° andar – Gávea

Dia 31 de outubro, às 10h e às 16h
Exibição do Filme: Vida e Verso de Carlos Drummond de Andrade. Local: Sala de treinamento.

Exposição de livros do Drummond que fazem parte do acervo da Biblioteca. Local: próximo ao balcão de empréstimo.

Casa da Leitura/BN/MINC

Rua Pereira da Silva, 86, Laranjeiras

Telefone: 2557-7437

Entrada gratuita

27 de outubro, às 19h.

Cine-Literatura apresenta no projeto Drummond – Dia D: Vida e Verso de Carlos Drummond de Andrade. Direção e roteiro de Eucanaã Ferraz 

29 de outubro, às 19h

Sala Clarice Lispector   

Drummond – Sarau cênico de poemas e crônicas do escritor Carlos Drummond de Andrade. 

Concepção de Delson Antunes, com a participação de dez atores.

 

Centro Educacional Anísio Teixeira – CEAT

Rua Almirante Alexandrino, 4098 – Santa Teresa

27, 28 e 30 de outubro, às 8h

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

Leitura do roteiro elaborado pelo Eucanaã Ferraz com a participação dos alunos e professores. Curadoria de Ninfa Parreiras.

Para alunos de Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio

 

Estação das Letras

Rua Marquês de Abrantes, 177 – Flamengo

28 de outubro, às 19h

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

Após a exibição do vídeo, haverá um debate sobre a atualidade da Poesia de Drummond. Curadoria de Ninfa Parreiras.

 

Biblioteca da Faculdade de Letras – UFRJ

Av. Horácio Macedo, 2151 – Térreo – Cidade Universitária (Ilha do Fundão). Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 20h.

De 15 a 31 de outubro

Exposição de livros sobre o poeta Carlos Drummond de Andrade que compõem o acervo da biblioteca. Disponível para empréstimo para os usuários da biblioteca e consulta para o público externo. Consulte nosso catálogo online.

Auditório G-2

Dia 31 de outubro

Às 18h – Comunicações
O mover do tempo na poesia de A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade – Bruna Oliveira
“Imenso e imortal”: Carlitos em cena no modernismo brasileiro – Tatiana Corrêa da Silva
O sentimento de culpa na poesia de Carlos Drummond de Andrade – Wendel Carlos de Sousa

Às 19h – Exibição do filme “Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade”, direção de Eucanaã Ferraz

 

Campos dos Goytacazes – RJ

Universidade Salgado de Oliveira
Av. Osvaldo Cardoso de Melo (Antiga Av. 28 de Março), 856 – Parque Dom Bosco. Local: auditório.
Telefones: (22) 3054 9974 / (22) 3054 9976

Dia 31 de outubro, às 19h
Entrada gratuita e aberta ao público
Capacidade: 120 lugares

Exibição do filme “Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade”. Com a participação das turmas da universidade com a Professora Sylvia Paes (Academia Campista de Letras)

 

Rio das Ostras – RJ

Espaço Jequitibá

Rua Jequitibá, 198 – Bosque da Praia

31 de outubro, das 18h às 20h.

Sarau de poesia e lançamento do livro Deuses e fadas, de Sonia Branco.

Leitura do roteiro Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade por: Ana Lúcia Teixeira Dias de Oliveira, José de Oliveira Neto, José Prado, Leticia Cristina Dias Teixeira, Naja Botelho Thomé, Rosemarie Teixeira, Simone Mota e Sonia Branco.

1 de novembro, das 11h às 12h.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade. Roteiro e direção de Eucanaã Ferraz e fotografia de Walter Carvalho.

Curadoria: José Prado e Ana Lúcia Teixeira Dias de Oliveira. Espaço Jequitibá: Rosemarie Teixeira e Leticia Cristina Dias Teixeira.

 

Duque de Caxias – RJ

Museu Ciência e Vida – auditório.

Rua Ailton da Costa, s/n.

31 de outubro, às 14h.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade

 

Laje do Muriaé – RJ 

Centro Cultural Maria Beatriz

Rua Ferreira César 269 – Bairro Pindoba

Para mais informações: acefe-bce-centroculturalmariabeatriz@hotmail.com ou celular operadora vivo (22) 999155602

No meio do caminho tem o Drummond 

27 a 30 de Outubro, às 11h e 15h. 

Oficinas de poesias e desenhos em salas de aula.

31 de Outubro, às 9h, 14h, 18h. 

Cineclube no CIEP 343 Professora Emíla Diniz Ligiéro – Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade, que será exibido em três turnos (Manhã 8h, tarde 14h e noite 18h) para alunos, professores, funcionários e convidados.

31 de outubro, às 19h. 

A professora Eliane Decottignies fará uma pequena fala sobre Drummond, seguido da abertura da exposição do Projeto No meio do caminho tem o Drummond, com trabalhos dos alunos realizados durante a semana. Evento aberta para o púbico.

31 de outubro, às 20h. 

Dramatização com a participação dos alunos do projeto No meio do caminho tem o Drummond, apresentando poemas escritos por eles durante a semana e poemas de Drummond. Programação aberta para o público. 

O projeto iniciará em salas de aula no dia 27 de outubro com participação dos alunos das turmas 601 e 801, com culminância no dia 31 de outubro no Centro Cultural Maria Beatriz e Cineclube Pindoba no CIEP 343 Professora Emília Diniz Ligiéro. 

Realização local: Equipe do Centro Cultural Maria Beatriz

Idealizadora do Projeto: Professora Eliane Decottignies

Parceiros: Sepe (Sindicato Estadual dos profissionais de Educação) e CIEP 343 Professora Emília Diniz Ligiéro

Valença – RJ

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca
Rua Voluntários da Pátria, nº 30, Bairro Belo Horizonte
Dia: 5 de novembro, a partir das 18h30
Auditório do CEFET-RJ Valença
– Sarau de poesias com membros da Academia Valenciana de Letras
– Curta peça teatral da Cia. Amor e Arte
– Exibição do Filme: Vida e Verso de Carlos Drummond de Andrade
– Exibição de obras literárias com a Cia. do Livro
– Leitura de poesias com microfone livre

Organizadores: André Fonseca, Maria Luiza Freitas e Alexandre Drumond

 

.


 

SANTA CATARINA

Criciúma – SC

Casa de Arte e Cultura Colher de Chá

Rua Joaquim Nabuco, 1062 – Bairro Michel.

31 de outubro, às 20h.

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

Organização: Coletivo 100Palavras. Responsáveis pelo evento: Escritoras Beatriz Leal Vieira e Cristiane Fassicolo.

 

Imbituba – SC 

Biblioteca Pública Municipal Cônego Itamar Luiz da Costa

Rua Nereu Ramos, 276 – Centro 

31 de outubro, às 10h, 15h e 19h 

Exibição do filme “Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade”.

.


 

SÃO PAULO

 

São Paulo

Instituto Moreira Salles

Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis.

31 de outubro, das 18h30 às 21h. 

Aberto ao público e com limite de 40 participantes. Entrada gratuita, mediante confirmação pelo telefone.

Dia D – Dia de Drummond com Alcides Villaça. 

18h30 – O professor da FFLCH – USP Alcides Vilaça fará uma pequena fala sobre Drummond, de 30 a 40 minutos. Em seguida, será exibido o filme do DVD Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade 

Para informações, entrar em contato com o setor educativo pelo telefone (11) 3825-2560, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. 

 

Livraria Cultura – Loja de Artes

Avenida Paulista, 2073, Loja 151, Conjunto Nacional.

31 de outubro, das 9h às 22h. 

Exibição permanente do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

 

Livraria Cultura e Companhia das Letras

Local Livraria Cultura – Conjunto Nacional

Avenida Paulista, 2073 – Teatro Eva Herz

31 de outubro, às 21h.

Leituras de poemas de Drummond

Paixão/Sexo/Amor

Com Ana Cecília Costa, Daniel Maia, Elias Andreato, Tuna Dwek e convidados. Roteiro e direção de Andre Acioli.

As senhas serão distribuídas uma hora antes do evento na entrada do teatro. Sujeito à lotação.

 

Companhia das Letras e Livraria Martins Fontes Paulista 

Av. Paulista, 509 – Telefone: 2167-9900

31 de outubro 

Aula dia D, com a professora Ivone Dare 

Em comemoração ao dia D, a Companhia das Letras preparou uma aula-aberta sobre o livro O sentimento do mundo com a professora Ivone Dare + exibição do longa-metragem Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade 

18h – Exibição do longa Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade.

19h – Aula “O sentimento do mundo” – Professora Ivone Dare

Para participar, basta enviar nome completo para o e-mail auditorio@martinsfontespaulista.com.br – vagas limitadas. Participem. Comemore o nascimento do grande poeta brasileiro.

 

Guarulhos – SP

Universidade Federal de São Paulo – Unifesp 

Av. Monteiro Lobato, 679 – Sala 420 – Bairro Macedo (Campus Provisório). 

31 de outubro

Exibição do filme Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade às 13h e às 17h30.

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“O fazendeiro do ar”, de Fernando Sabino e David Neves

E na semana do Dia D – Drummond, o filme O fazendeiro do ar, de Fernando Sabino e David Neves:

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Dia D – Dia Drummond

Dia D 2014 divulgação

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27/10/2014 · 16:10

“Ontem”, de Carlos Drummond de Andrade

 

Até hoje perplexo
ante o que murchou
e não eram pétalas.

De como este banco
não reteve forma,
cor ou lembrança.

Nem esta árvore
balança o galho
que balançava.

Tudo foi breve
e definitivo.
Eis está gravado

não no ar, em mim,
que por minha vez,
escrevo, dissipo.

 

Do livro A rosa do povo, de 1945

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“Manuel Bandeira: a vida inteira” – Elvia Bezerra

Reproduzido do blog do IMS:

Em 1976, quando Bandeira teria se tornado nonagenário, Carlos Drummond de Andrade, desafiando o silêncio da morte, escreveu:

Oi, poeta!

Do lado de lá, na moita, hein? fazendo seus novent’anos…

E se rindo, eu aposto, dessa bobagem de contar tempo,

de colar números na veste inconsútil do tempo, o inumerável,

o vazio-repleto, o infinito onde seres e coisas

nascem, renascem, embaralham-se, trocam-se,

com intervalos de sono maior, a que, sem precisão científica, chamamos de

[morte.

[…]

Hoje me sobe o desejo

de saber o que fazes, como,

onde:

em que verbo te exprimes, se há verbo?

em que forma de poesia, se há poesia,

versejas?

em que amor te agasalhas, se há amor?

em que deus te instalas, se há deus?

Neste 2014 faz 128 anos que Manuel Carneiro de Souza Bandeira veio ao mundo, na Capunga, arrabalde do Recife, e nada melhor do que dizer os versos de Drummond para homenagear o poeta de Pasárgada em mais um 19 de abril.

Treze dos 82 anos de vida de Manuel Bandeira foram vividos na rua do Curvelo, hoje Dias de Barros, no bairro carioca de Santa Teresa. Depois de ter perdido a mãe, a irmã e o pai, ele chegou à rua pacata em 1920 para morar sozinho pela primeira vez. Aos 34 anos de idade, certamente já não era mais cedo para começar a experiência de vida independente. Era o poeta de A cinza das horas e Carnaval,e não escondia sua vocação para o celibato.

A construção de porta e duas janelas era a sua “casinha”, como ele chamava o número 51 dessa rua, de onde, sobranceiro, gostava de ver a placidez da baía de Guanabara “como uma mesa posta”. Era essa a vista que desfrutava dos fundos daquele rés do chão, que, pela topografia, ocultava mais dois andares embaixo, ocupados por outros inquilinos.

Ali ele conviveu com “Irene preta, Irene boa, Irene sempre de bom humor”, sua empregada, que o encantava pela devoção com que fazia o polimento dos metais da casa do poeta e por sua paixão pelo carnaval – guardava dinheiro durante todo o ano para se fantasiar e cair na folia no período carnavalesco. Irene era gorda e boa, dizia o morador. Por saber unir o sagrado e o profano com natural sabedoria, não precisou da autorização de São Pedro – bonachão ao vê-la – para entrar no céu: “Entra, Irene, você não precisa pedir licença”, como se lê num dos poemas mais populares de Bandeira: “Irene no céu”.

Além dela, outras personagens do Curvelo se consagrariam na obra bandeiriana. Em prosa, ele fixou Álvaro e Ernani, os meninos da crônica “A trinca do Curvelo”, que quebravam as vidraças de sua casa quando ele não lhes mostrava livros com figuras. Eram moleques da rua, seus amigos.  Ali também ele recebia dois talentos pernambucanos: o pintor Cícero Dias, morador do bairro, e o poeta Ascenso Ferreira, que, segundo o anfitrião, fazia “desarrumações tremendas” quando entrava. Ali recebeu Mário de Andrade e outros, o que levou o amigo e poeta Ribeiro Couto a chamar essa casa modesta de “pouso de poetas modernistas”. Naquele pedaço de morro Bandeira compôs grande parte dos poemas de Libertinagem, de que faz parte o antológico “Vou’me embora pra Pasárgada”. E foi nas tardes da mesma casinha que ele, solteirão apaziguado e tuberculoso vitalício, começou o romance com a holandesa Fréddy Blank, “toda a afeição de uma vida” do poema “A Moussy”, apelido de Fréddy Blank a partir de 1947 (Moussy significa avozinha, em holandês). Deixar tudo isso pungia – para usar um verbo que lhe era caro – a alma do poeta.

Mas, que jeito? O proprietário pedia a casa, a mudança de endereço se impunha. Ele trocaria “o silvo agudo do saguim”, do poema “Comentário musical”, “o sussurro sinfônico da vida civil”, metáfora do barulho que lhe chegava da Glória, do mesmo poema, pelo ruge-ruge da Lapa, onde alugaria um apartamento muito menor e sem vista. Feito o balanço de treze anos de vida como morador do Curvelo, e impregnado do que havia de mais franciscano em sua personalidade, ele escrevia a Mário de Andrade em 21 de janeiro de 1933:

“Tudo que está vivo e é essencial em mim está e continua comigo, sem ligação com casa, móveis ou paisagem. Foi a lição dessa mudança, que eu apreendia e ao contrário me deu um calor reconfortante de vida nova, de independência, de irresponsabilidade. Fiquei com vontade de não ter nada. Nada. Dar as poucas coisas bonitas que eu tenho a amigos seguros em cujas casas poderei vê-las quando quiser”.

Carta a Mário de 21 de janeiro de 1933. In: Correspondência MA & MB, pp. 548-549.

A tuberculose lhe ensinara a humildade, é ele mesmo quem reconhece na autobiografia literária Itinerário de Pasárgada. Humildade e resignação são próximas, e  foi com esse espírito que, em 16 de março de 1933, ele se instalou no número 57 da rua Morais e Vale, onde ocupou o modesto apartamento 12, de um quarto e sala. Nesse momento, compôs a quadrinha enigmática “O amor, a poesia, as viagens”, que Cecília Meireles, sem qualquer dificuldade para entendê-la, considerou-a “pura lágrima”.

Dali a um mês passou para o apartamento 54, que lhe possibilitava ver “as torres do convento da Lapa, os cocurutos dos arranha-céus da Avenida Rio Branco e um marzinho de telhados”, informava a Mário de Andrade em carta de 8 de abril de 1933. Mas estava acostumado à vista do mar. Sentia falta. Inquieto, conseguiria se mudar outra vez, no mesmo prédio, agora para o apto 73, de onde, ali sim, sentia “os ares oceânicos” novamente. No entanto, o desalento no “Poema do beco” deixa claro que a baía e a linha do horizonte não o confortavam: “O que eu vejo é o beco”, arremata ele o dístico contundente de que se compõe esse poema.

As moradias de Manuel Bandeira nunca deixaram de estar presentes em sua poesia. Na Lapa não seria diferente. A vida no meio do bairro boêmio, do barulho do bonde correndo os trilhos, das prostitutas, dos trabalhadores, lavadeiras, costureiras, daquela gente pobre e do beco sujo trazia o poeta para dentro do submundo urbano. Não mais o mundo que ele via do alto de Santa Teresa, onde se recolhia pacificamente depois das idas sempre parcimoniosas aos bares do Centro da cidade. Não mais a obediência ao horário regular do bonde de volta ao morro, onde encontrava o silêncio e a paisagem reconfortantes da baía. Devia se submeter apenas a seu horário pessoal, como tuberculoso comedido que era. E dentro de uma disciplina já lendária – os amigos riam de seus cuidados com a saúde – abriu espaço para se deixar contaminar livremente pela vida profana da Lapa, onde procurava a Estrela da Manhã, “pura ou degradada até a última baixeza”, como no poema de mesmo título. Na Lapa ele se identifica com o marinheiro que volta para o navio, para o mar alto, enquanto ele, o poeta, triste e desamparado, volta apenas para casa e para a estreiteza do beco:  ”Mas eu, marinheiro?”, pergunta no poema “Marinheiro triste”.

Há na poesia desse seu período de morador da Lapa, sobretudo, muito de erotismo, daquele erotismo ardente e delicado tão especialmente bandeiriano de “A Estrela e o anjo”, cujo primeiro verso é: “Vésper caiu cheia de pudor na minha cama”. A imagem não deixou dúvida a Gilda e Antonio Candido de Mello e Souza no prefácio de Estrela da vida inteira: a recorrência à estrela Vésper “simboliza a plenitude carnal numa das mais belas metáforas do êxtase amoroso”.

O leitor me perdoe, estou impedida de reproduzir o poema por questão de direitos autorais, mas peço: não deixe de ler (ou reler) os mais que perfeitos cinco versos restantes de “A estrela e o anjo”, o último de Estrela da manhã. Verá aí, como chamou Edson Nery da Fonseca, a “síntese feliz” que há entre a atitude mental e o estado de excitação sexual na poesia de Bandeira.

Na verdade, misticismo e erotismo na poética bandeiriana são indissociáveis muito antes do período da Lapa – é o que se vê em “Toante”, de Carnaval, que é de 1919: “Molha em teu pranto de aurora as minhas mãos pálidas./ O espasmo é como um êxtase religioso…”. Qualquer dúvida que possa existir com relação ao tipo de “espasmo” nesse verso se dissipa na carta que Bandeira escreveu a Mário de Andrade em 14 de agosto de 1923, em que confessa, na linguagem epistolar: “[…] o espasmo sexual é para mim um arroubo religioso. Sempre encontrei Deus no fundo das minhas volúpias”. Chamado de “o poeta da delicadeza”, Bandeira é, ao mesmo tempo, e talvez por isso, ardentemente sensual.

Ao lado do ambiente erotizado da Lapa não podia deixar de haver muito trabalho. O amigo que discasse 2-0399 certamente ouviria Bandeira contar, do outro lado, o quanto se divertia traduzindo Tarzan e as joias de Opar. Sim, não só Proust e grandes poetas que ele traduziu, mas até livros de aventuras. Esse trabalho ele fazia em casa, mas todo fim de tarde pegava o bonde para ir à United Press, onde era responsável pelas  traduções de telegramas. Não podia parar suas atividades, afinal, o “quinhentão do montepio” deixado pelo pai não cobria todas as suas despesas – dizia ele.

O poeta ia aceitando o bairro à medida que o tempo passava: “Dentro da noite/ No cerne duro da cidade/ Me sinto protegido”, lê-se em “O martelo”, escrito na Morais e Vale. Acostumava-se aos sons do bairro e já os recebia até mesmo com simpatia. Mais que isso, acolhia-os como lição de vida: […] “Sei que amanhã quando acordar/ Ouvirei o martelo do ferreiro/ Bater corajoso o seu cântico de certezas”, são versos do mesmo poema.

No arquivo de Mario Quintana, sob a guarda do Instituto Moreira Salles, há um mapa do endereço da Morais e Vale. O documento, sem data, provavelmente é de 1935, quando Quintana morou no Rio e trabalhou na Gazeta de Notícias. Os dois se encontraram nesse ano, e pelo traço do desenho vê-se que Bandeira quis explicar ao poeta gaúcho, solteiro de outra estirpe, como chegar à sua casa de morador sozinho.

Quintana não ficaria muito tempo; em 1936 estaria de volta a Porto Alegre. Nem esperou para ver de perto as homenagens ao amigo pelos seus cinquenta anos de vida, comemorados, entre tantos eventos, com o lançamento de Estrela da manhã, em 1936, ocasião em que Drummond escreveu a “Ode no cinquentenário do poeta brasileiro”:

[…]

Tua violenta ternura,

tua infinita polícia,

tua trágica existência

no entanto sem nenhum sulco

exterior – salvo tuas rugas,

tua gravidade simples,

a acidez e o carinho simples

que desbordam em teus retratos,

que capturo em teus poemas,

são razões por que te amamos

e por que nos fazes sofrer…

 

Certamente não sabias

que nos fazes sofrer.

[…]

Da Morais e Vale Bandeira só sairia em 1942, para morar no Edifício Maximus (não deixava por menos, dizia a Mário de Andrade), na praia do Flamengo 122, apto. 415. A mudança inspiraria a “Última canção do beco”, datada de 25 de março de 1942: “Beco das minhas tristezas,/ Das minhas perplexidades/ (Mas também dos meus amores,/ Dos meus beijos, dos meus sonhos),/ Adeus para nunca mais!”

Assim o poeta se despediu da Lapa. Quanto a nós, dele nos aproximamos mais a cada 19 de abril. De preferência, lendo em voz alta o eterno “Manuel Bandeira faz novent’anos”, de Drummond, que em outra ocasião escreveu:

Ontem, hoje, amanhã: a vida inteira

Teu nome é para nós, Manuel, bandeira.

Elvia Bezerra é coordenadora de literatura do IMS.

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“Você meu mundo meu relógio de não marcar horas”, de Carlos Drummond de Andrade

Ouvido hoje, dia 31 de outubro de 2013, no Dia D – Dia Drummond, no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro:

Você meu mundo meu relógio de não marcar horas; de esquecê-las. Você meu andar meu ar meu comer meu descomer. Minha paz de espadas acesas. Meu sono festival meu acordar entre girândolas. Meu banho quente morno frio quente pelando. Minha pele total. Minhas unhas afiadas aceradas aciduladas. Meu sabor de veneno. Minhas cartas marcadas que se desmarcam e voam. Meu suplício. Minha mansa onça pintada pulando. Minha saliva minha língua passeadeira possessiva meu esfregar de barriga em barriga. Meu perder-me entre pêlos algas águas ardências. Meu pênis submerso. Túnel cova cova cova cada vez mais funda estreita mais mais. Meus gemidos gritos uivos guais guinchos miados ofegos ah oh ai ui nhem ahah minha evaporação meu suicídio gozoso glorioso.

Do livro O amor natural

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