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Programação da Flip

A programação da Festa Literária Internacional de Paraty foi anunciada. Eis os autores: Aleksander Hermon, Alice Sant’Anna, Ana Martins Marques, Bruna Beber, Cleonice Berardinelli, Daniel Galera, Dênis de Moraes, Eduardo Coutinho, Eduardo Souto de Moura, Erwin Torralbo, Francisco Bosco, Geoff Dyer, Gilberto Gil, Jeanne-Marie Gagnebin, Jérôme Ferrari, John Banville, John Jeremiah Sullivan, José Luiz Passos, Karl Ove Knausgard, Laurent Binet, Lila Azam Zanganeh, Lourival Holanda, Lydia Davis, Mamede Mustafa Jarouche, Maria Bethânia, Marina de Mello e Souza, Michel Houellebecq, Milton Hatoum, Miúcha, Nelson Pereira dos Santos, Nicolas Behr, Paul Goldberger, Paulo Scott, Randal Johnson, Roberto Calasso, Sergio Miceli, T.J. Clark, Tamim Al-Barghouti, Tobias Wolff, Wander Melo Miranda, Zuca Sardan.

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Festival Nacional do Conto

flyer aberto

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05/03/2013 · 1:33

Diário de José Luís Peixoto – A Festa Literária de Paraty

O escritor português José Luís Peixoto está escrevendo um diário sobre a Festa Literária de Paraty. Acompanhe no blog da Companhia das Letras os registros sobre os próximos dias:

Dia 1: Escrevo o seu nome num grão de arroz

Não importam as 9 horas entre Lisboa e São Paulo ao lado de um menino de três ou quatro anos a gritar, não importam as 5 horas entre São Paulo e Paraty, mil curvas lentas atrás de camiões com pára-lamas a dizerem que Deus é fiel. Após uma noite em Paraty, só o som dos passarinhos e do frigorífico do minibar, acordar é muito parecido com ressuscitar. Nas manhãs desta cidade, nada agride um escritor publicado: o sol está à temperatura certa, ouvem-se galos ao longe, o café da manhã está pronto, esperando.

A festa começa mais logo. Nas ruas, há homens a pintarem os últimos detalhes com pincéis pequenos. A cidade está terminando de se preparar. Os carrinhos de pipocas, de churros e de bolos chegam aos seus postos. Toda a gente tem esperança de vender alguma coisa à multidão que aí vem. Num dos carros de bolos está escrito: aqui só tem delícias. Passo por um grupo de crianças pequenas, em fila, agarradas a uma corda. Reencontro-as na Praça da Matriz, entre livros pendurados dos ramos das árvores por fios invisíveis, entre personagens da Alice no País das Maravilhas ou do Sítio do Picapau Amarelo. O Gulliver ainda está levando os retoques finais. Já está estendido no chão, rodeado de liliputianos de cartão, mas um senhor paciente ainda está a desembaraçar os cordéis que não o deixam levantar-se. Para as crianças, a Flip já começou. Na tenda da Flipinha, ouve-se um coro de meninos a responder um sim arrastado. Aproximo-me, no palco, sete crianças vestidas de letra soletram a palavra DESEJOS.

Ao início da tarde, numa pousada do centro, há o almoço de boas-vindas. Chego tarde, mas toda a gente ainda está à espera de qualquer coisa. Afinal, não cheguei tarde. A piscina no centro, as palmeiras a levantarem-se na direcção do céu e os autores convidados na fila para encherem o prato. Amigos que conheci aqui, amigos que conheci noutros pontos do mundo, amigos futuros que acabo de conhecer, caipirinha de maracujá e caipirinha de frutos vermelhos. São as duas muito boas mas a de frutos vermelhos entope o canudinho.

Anoitece cedo. Com este bom tempo, esqueço-me de que é inverno. Saio pela cidade, acompanho as luzes foscas que se vão acendendo. Reparo em dois barcos no rio, um chama-se Amor Eterno I e o outro, mais pequeno, chama-se Sonho de Arte. Os dois estão disponíveis para aluguer.

Às 7 da tarde, começa a mesa de abertura. Luís Fernando Veríssimo, António Cícero e Silviano Santiago falam sobre Drummond. Assisto ao início na tenda do telão, como são grandes os seus rostos a falar, como são altas e correctas as suas vozes. Gosto do que dizem mas, a essa hora, estou já irremediavelmente melancólico e decido voltar às ruas da cidade. No caminho, por cinco reais, compro um pequeno livro de espiritualidade e receitas vegetarianas a um hare krishna que me pergunta se sou argentino. Cruzo-me também com um homem de cara pintada; por um real, declama poemas, que podem ser escolhidos de um cardápio. Compro um pastel de palmito e, na outra margem do rio, escolho um lugar mal iluminado para me sentar a comê-lo. Sem que seja possível distinguir as palavras, as vozes amplificadas que chegam da tenda dos autores têm um ritmo sereno. Em momentos assinalados, ouve-se o público todo a aplaudir. Aqui, mais perto, há uma mistura de vozes que só é perturbada por uma gargalhada ocasional, mais alta e distante. A pouca distância de mim, está outro autor. Trabalha sob um letreiro que diz: escrevo o seu nome num grão de arroz. As pessoas param e assistem ao seu trabalho com admiração.

Mais logo, à hora do jogo entre o Corinthians e o Boca Juniors para a Taça Libertadores, haverá show de abertura pelo Lenine. Continuo olhando a noite. Ainda não sei se vou, ainda não sei se fui.

Dia 2: Três regras para escrever um romance

As quintas-feiras são aquele dia. O fim de semana está ali, depois de amanhã. Falta pouco para faltar pouco. As quintas-feiras não são a sexta-feira, aproximando-se minuto a minuto da sexta à noite; mas também não são a segunda-feira a pedir coragem para a semana. As quintas-feiras são uma espécie de terça-feira, mas ao contrário.

Na Flip, a quinta-feira é o dia em que começam as “mesas”. É interessante chamarem “mesas” a esses encontros porque não existe qualquer mesa à vista. Sendo esta festa em torno da literatura, com a reconhecida importância que as palavras têm para a mesma, creio que não ficaria mal substituir-se a palavra “mesa” por “encontro”, “debate”, “conversa” ou mil outros sinónimos mais adequados. Talvez este seja um preciosismo (ou talvez não).

Assisti ao encontro entre Javier Cercas e Juan Gabriel Vasquez. Na entrada, é difícil não reparar no quanto é incrível existir num festival literário onde centenas de pessoas, que pagaram bilhete, esperam em filas enormes para assistirem à conversa de dois escritores. Depois, quando são abertas as portas, há a pequena corrida pelos lugares melhores. Antes de começar, há as vozes de toda a gente, o entusiasmo. Duas ou três mil pessoas? Não sei dizer ao certo, nunca fui bom a calcular multidões. O palco, sem mesa, tem três cadeiras vazias. Para além dos escritores, estará o moderador Angel Gurría-Quintana. Inexplicavelmente, o cenário tem uma única palavra, diz: ITERÁRIA. Ou seja, existe um “L” desaparecido. Mistério.

Eu sabia que a conversa ia ser muito boa. Não vou repetir ou resumir aquilo que foi dito sobre ficção histórica, não o saberia fazer. Vou apenas referir duas citações que me iluminaram. Cercas citou Umberto Eco, dizendo que 25% dos ingleses acreditam que Winston Churchill é uma personagem de ficção. Juan Gabriel Vasquez citou Sommerset Maughan: “Há três regras para escrever um romance. Infelizmente, ninguém sabe quais são.” O primeiro diz quase tudo o que há para dizer sobre ficção histórica, o segundo diz tudo sobre a escrita de romances. No futuro, se me ouvirem a citar Eco ou Summerset Maughan, já saberão que, na realidade, estou a citar Cercas a citar Eco ou estou a citar Juan Gabriel Vasquez a citar Summerset Maughan.

Quando ia para a fila dos autógrafos, cruzei-me com uma fotografia da minha cara entre vários escritores que participaram na Flip em anos anteriores: uma fotografia mais alta do que eu, impressa num cubo que, noutra das suas faces tinha, por exemplo, Salman Rushdie. Que bom receber essa consideração e, confesso, que surpresa.

Já na fila, uma menina pediu-me para escrever o nome num papel para que os autores não tivessem dificuldade de escrevê-lo. Luís com “s”. O papel não foi necessário. Ambos se lembravam de mim, abraçámo-nos, marcámos novo encontro nestes dias e saí com dois autógrafos muito especiais. De novo, confesso que não esperava. Estas coisas funcionam assim, em vagas: por vezes, não há nada, deserto total, noutras vezes chega tudo ao mesmo tempo. É assim com a consideração (fotografia grande entre grandes autores, abraço apertado de dois escritores que admiro), como é assim com os amores, com a sorte e com os acasos em geral. Pelo menos, é nisso que acreditam os supersticiosos como eu.

À noite, havia a festa da Companhia das Letras. Lá estive com o meu casaquinho, conversando com mil pessoas, comendo pratinhos pequeninos com garfinhos pequeninos. O garçon tentava explicar o que eram, mas acho que ele próprio não entendia o que dizia. Entre caipirinhas de tangerina e pratinhos de ceviche de frutas, a pergunta que me faziam mais tinha a ver com a selecção de jovens autores brasileiros feita para a revista Granta e apresentada durante a tarde. Eu, como é óbvio, não tinha nada a dizer sobre isso e, com subtileza, mudava de assunto.

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Transmissão ao vivo da Flip

As mesas da Flip estão sendo transmitidas em ótima qualidade, ao vivo, pelo site G1.

 

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Flupp Pensa

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Festa Literária Internacional de Paraty – Programação 2012

O site da Flip já disponibiliza a programação da tenda principal. Sem dúvida alguma, é muito melhor que a dos últimos anos. A festa volta a ser mais literária, inclusive. Dos nomes já conhecidos do público brasileiro, Fernando Gabeira, Ian McEwan, Jonathan Franzen, Luis Fernando Verissimo, Luiz Eduardo Soares e Roberto DaMatta. Entre os mais jovens, uma ótima surpresa: Paloma Vidal! Quem não conhece procure conhecer. Publicou A duas mãos (7Letras), Escrever de fora – viagem e experiência na narrativa argentina contemporânea (Lumme Editor), Mais ao sul (Língua Geral) e Algum lugar (7Letras).

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FestiPOA Literária

Reproduzo aqui a programação da FestiPOA:

DIA 19/04 – 5ª feira
Casa de Cultura Mario Quintana/Auditório Luis Cosme (4º andar)

18h30 – A produção literária brasileira contemporânea
BEATRIZ RESENDE e ITALO MORICONI. Mediação: PAULO SCOTT
20h – JOCA REINERS TERRON conversa com SÉRGIO SANTANNA E CÉSAR AIRA 

DIA 20/04 – 6ª feira
Casa de Cultura Mario Quintana/Auditório Luis Cosme (4º andar)

18h30 – Escolhas
RAMON MELLO entrevista HELOISA BUARQUE DE HOLLANDA. 
20h – Conficções
JULIANA AMATO e MANOELA SAWITZKI. Mediação: RODRIGO ROSP

Espaço cultural Sintrajufe-RS

22h – Sexta Básica
Leituras, performance e show: IRACEMA MACEDO, RAMON MELLO, GABRIEL PARDAL, MARIA REZENDE e “ESCRETE: CHICO BUARQUE” (show: Antônio Carlos Falcão, Alexandre Missel e Jorge Furtado)

DIA 21/04 – sábado
Palavraria 

11h – A produção literária latino-americana contemporânea
CRISTIAN DE NAPOLI e KARINA LUCENA. Mediação: RUBÉN DANIEL
14h24 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos: LEILA TEIXEIRA
14h30 – Estudos para o corpo da linguagem
ISMAEL CANEPPELE e FABRICIO CORSALETTI. Mediação: GUTO LEITE.

Casa de Teatro
17h – Poesia: humor: liberdade: linguagem
DIEGO GRANDO e GABRIEL PARDAL. Mediação: DIEGO PETRARCA
19h – Lançamentos: Carnavália (Gabriel Pardal), Sétima do singular (Diego Grando) e Correnteza e escombros (Olavo Amaral)
19h54 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos: RAMON MELLO
20h – Leituras: FABRÍCIO CORSALETTI, CRISTIAN DE NÁPOLI e ANGÉLICA FREITAS

DIA 22/04 – domingo
Palavraria

14h30 – Narrativas breves, fantásticas e reais
HENRIQUE SCHNEIDER e OLAVO AMARAL. Mediação: LEILA TEIXEIRA
16h30 – Identidade: ficção, esquecimento e memória
PEDRO MACIEL e ALTAIR MARTINS. Mediação: LUCIANA THOMÉ
Lançamento: Previsões de um cego (Pedro Maciel)
18h24 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos: CRISTINA MACEDO lê poemas de SILVIA PLATH
18h30 – Literatura se faz na universidade?
CAROL BENSIMON, LUÍS ROBERTO AMABILE. Mediação: AUGUSTO PAIM
20h30 – Recital de poesia
Alunos da oficina Bem dita palavra, ministrada por MARIA REZENDE.

DIA 23/04 – 2ª feira
Casa de Cultura Mario Quintana/Mezanino

17 às 22h – Noite do livro e da literatura – O tempo e o vento: leituras do livro pelo público e gravação de vídeos das leituras, celebrando 50 anos de publicação do romance.

Casa de Cultura Mario Quintana/Mezanino

18h30 – Gazzara
RAFAEL COUTINHO, RAFAEL SICA e SANTIAGO debatem a produção de HQs e cartuns. Mediação: MOAH
Lançamento do livro e da exposição Gazzara 

Casa de Cultura Mario Quintana/Teatro Carlos Carvalho 

20h – Leitura dramática da peça O tempo sem ponteiros (Diones Camargo). Direção: Diones Camargo. Elenco: Elisa Brites, Clemente Viscaino, Fabrizio Gorziza, Renata Stein e Francine Kliemann

CCMario Quintana/Mezanino 

21h – Tanka!? – leitura e projeção de textos: BANDO HOBURACO
21h24 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos: ROSANE PEREIRA
21h30 – Performance Ontolombrologia sertaneja: ode aos vates: GABRIELLE VITÓRIA

DIA 24/04 – 3ª feira
Goethe Institut/Auditório

20h – Leitura dramática de Quem roubou meu anabela? (Ivo Bender). Direção: Marcelo Adams. Elenco: Gisela Habeyche, Margarida Leoni Peixoto, Marcelo Adams e Pedro Antunes. Iluminação: Shirley Rosário.
21h – A dramaturgia e a ficção de Ivo Bender
MARCELO ADAMS e LÉA MASINA.

DIA 25/04 – 4ª feira
Ocidente

18h30 – Memória e literatura
IVAN IZQUIERDO e ARMINDO TREVISAN. Mediação: ALTAIR MARTINS 
20h – Ulysses, de James Joyce
CAETANO GALINDO e AGUINALDO SEVERINO
22h – Show RONALD AUGUSTO TRIO

DIA 26/04 – 5ª feira
Sala II do Salão de Atos da UFRGS (Campus Central)

19h – Núcleo da Canção
LUIZ TATIT e LUIS AUGUSTO FISCHER
21h – As vozes da poesia e da canção 
ADEMIR ASSUNÇÃO entrevista NEI LISBOA

DIA 27/04 – 6ª feira
Casa de Cultura Mario Quintana/Auditório Luis Cosme (4º andar)

18h30 – Operário do precário
ANTONIO CARLOS SECCHIN e RICARDO SILVESTRIN conversam sobre produção poética e leitura de poesia.
Lançamento: Memórias de um leitor de poesia (Antonio Secchin)

20h30 – Homenagem ao centenário de publicação de “Eu” (Augusto dos Anjos)
JAIME MEDEIROS JR, PAULO SEBEN, SIDNEI SCHNEIDER e ANA TETTAMANZY.
22h – Eletropoeteria – performance poética-musical: LUCAS REIS GONÇALVES e DADO VARGAS
Lançamento: Moradas de Orfeu (poetas do RS, SC e PR), organizada por MARCO VASQUES

DIA 28/04 – sábado
Casa de Cultura Mario Quintana/Auditório Luis Cosme (4º andar)

10h30 – A consciência da crítica literária brasileira
MIGUEL SANCHES NETO e JOÃO CEZAR DE CASTRO ROCHA. Mediação: CARLOS ANDRÉ MOREIRA
Lançamento: Exercícios críticos (João Cezar de Castro Rocha)

Casa de Cultura Mario Quintana/Mezanino

15h – Drummond: três retratos, um poeta
LÍVIA LOPES BARBOSA.
16h – Lançamento: A voz do ventríloquo (Ademir Assunção)
18h – Livro ao vivo. Leitura de poesia: ANDRÉIA LAIMER, DIEGO PETRARCA, LORENZO RIBAS e RODOLFO RIBAS
18h24 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos: EVERTON BEHENCK
18h30 – Desde que o samba é samba
PAULO LINS e FABIANA COZZA conversam sobre samba e poesia. Mediação: MARCELINO FREIRE
20h30 – Show de HENRY LENTINO QUARTETO
21h30 – Festa de encerramento

 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

OFICINAS

DIAS 19 E 20 (das 16h às 19h): OFICINA “Roberto Bolaño”, ministrada por CRISTIAN DE NÁPOLI

DIAS 20, 21 e 22 (das 16 às 20h): OFICINA “Bem dita palavra”, ministrada por MARIA REZENDE

Local: Casa de Cultura Mario Quintana

DIA 18 (de 15h às 16h30): “Poetar” – Oficina de Produção de Textos Poéticos, direcionada ao público infantil e ministrada por CELSO SISTO

Oficina a partir de brincadeiras com a escrita.

Local: Casa de Cultura Mario Quintana – Biblioteca Lucília Minssen

 

EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO “WILSON MARTINS – A CONSCIÊNCIA DA CRÍTICA” (Direção: Douglas Machado)

DE 17 a 25/04
Local: Cinebancários

NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET

Texto: Mario Bortolotto

Direção: Adriane Mottola. Produção: Morgana Kretzmann
Elenco: Morgana Kretzmann, Rafael Guerra, Plinio Marcos, Fernanda Petit, Guilherme Zanella, Cassiano Ranzolin, Eduardo Cardoso, Carlos Azevedo.
Músicas: Nei Lisboa e Mario Bortolotto.
Datas: 20/21/22 e 27/28/29 de abril, às 20h (bar aberto a partir das 19h). Temporada de 30/03 a 29 de abril (sextas a domingos)
Local: Centro Cenotécnico (Voluntários da Pátria, 1370)
Estacionamento com segurança no local.
A peça faz parte do projeto Universo Bortolotto, prêmios FUMPROARTE E FUNARTE 2011.

SAIDEIRA
Casa de Cultura Mario Quintana/Auditório Luis Cosme (4º andar)

07 DE MAIO
18h30 – Premiação dos vencedores do concurso “Imagens da ficção”
20h30 – LUIS FERNANDO VERISSIMO e MÁRIO PRATA conversam sobre humor e crônica. Mediação: CLÁUDIA LAITANO

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