Arquivo da categoria: Exposição

Da urgência de cada um

Expo Largo das Artes 2016

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14/04/2016 · 18:55

Exposição Augusto Boal

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07/04/2015 · 15:07

Exposição Augusto Boal – CCBB Rio

No Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, encontra-se até o dia 16 de março a exposição sobre o dramaturgo Augusto Boal (1931-2009), contemplando sua trajetória artística e política. Curadoria e cenografia assinada por Hélio Eichbauer.

 

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Patrimônio Imaterial Brasileiro

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20/05/2014 · 22:09

Rubem Braga – O fazendeiro do ar

Rubem

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16/04/2014 · 1:15

Poesia visual – Luciano Figueiredo

De 15 de setembro a 3 de novembro, no Oi Futuro de Ipanema, de terça a domingo, das 13h às 21h, Luciano Figueiredo apresenta duas obras do Projeto Poesia Visual 2: Fabri Fabulosi (2009) e Imagem/Legenda: um cine romance (2005-2013). Os diálogos extraídos de filmes são belíssimos; sustentam-se por si só, como um poema. Reproduzo um dos diálogos de sua exposição, do filme Johnny Guitar (1953), de Nicholas Ray. Na exposição, trata-se de papel fotográfico com texto em vinil adesivo, 60×75 cm:

– Diga-me alguma coisa boa.
– O que você quer ouvir?
– Minta. Diga que esperou por mim todos esses anos.
– Eu esperei por você todos esses anos.
– Diga-me que você morreria se eu não tivesse voltado.
– Eu morreria se você não tivesse voltado.
– Diga que você me ama tanto como eu te amo.
– Eu te amo tanto quanto você me ama.

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“Poesia marginal – Palavra e livro” – Exposição no IMS

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04/08/2013 · 12:46

Mabe – da figura à abstração

Mabe

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19/07/2013 · 5:21

Obras de Lucien Freud no MASP

Matéria de Antonio Gonçalves Filho publicada no Estadão:

Em menos de duas semanas, a partir do dia 27, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) recebe uma exposição cujo título define o principal interesse do neto do criador da psicanálise, Lucian Freud – Corpos e Rostos. De fato, o que o avô Sigmund Freud fez pela mente, o neto Lucian fez pelo corpo, colocando-o literalmente numa posição desconfortável para examinar o que se passava, afinal, em seu interior. Inicialmente identificado como expressionista, rótulo que nunca aceitou, Lucian Freud (1922- 2011) passou a ser associado, em 1976, ao grupo figurativo batizado pelo pop Ronald Kitaj (1932-2007) como a “Escola de Londres”, que abrigou pintores tão diferentes entre si como seus amigos Francis Bacon, Frank Auerbach e Leon Kossoff.

Kitaj, assim como Freud, era descendente de judeus, o que fica claro nessa tentativa de abrigar numa mesma escola artistas que ele imaginava como recriadores da mítica figura do golem, um ser ligado à tradição mística do judaísmo. Freud, que partiu da Alemanha aos 10 anos, em 1932, fugindo do nazismo com a família, talvez tivesse outra coisa em mente – e não propriamente um Frankenstein informe criado a partir do barro para espantar inimigos. Kitaj exagerou, mas não ao associar o nome de Freud ao de Francis Bacon, seu mais perfeito interlocutor.

Assim como Bacon reduziu o corpo humano a uma massa disforme – carne de açougue mesmo -, Lucian Freud fez dele pouco mais que uma substância ainda sem vida à espera de que a pintura o animasse. Não por outra razão exigia de seus modelos – fosse ele o fotógrafo David Dawson, seu assistente, ou Elizabeth II, a rainha da Inglaterra – dedicação absoluta enquanto posavam para retratos em que seus corpos acumulam as marcas do tempo, como se retrocedessem à condição antropomórfica do monstruoso golem. Em outras palavras, ao puro barro humano. Sua última pintura, inacabada, Portrait of The Hound (2011), mostra Dawson ao lado de Eli, o cão pertencente ao artista, como figuras amalgamadas, ambos sujeitos à degradação física – tema de todos os seus retratos, em que buscava a verdade, e não a aparência.

Curador da exposição, que segue depois do Masp para o Paço Imperial, no Rio, em novembro, Richard Riley classifica a mostra como uma completa radiografia da obra de Freud, mesmo tendo apenas seis de suas pinturas de diferentes períodos – a atividade do artista atravessou nada menos do que seis décadas. O pintor não foi prolífico, mas a mostra reúne ao todo 78 peças, das quais 44 gravuras (a maior parte do Museu de Arte Contemporânea de Caracas), um desenho (autorretrato de juventude) e 28 fotografias do ateliê de Freud por seu assistente David Dawson, um dos dois únicos amigos (o outro foi Cecil Beaton) autorizados a registrar seu cotidiano no estúdio londrino de Notting Hill, herdado por Dawson.

Dawson, também pintor, conheceu Lucian Freud em 1990, um ano após formar-se no Royal College of Art. “Certo dia ele imaginou um grande retrato e convidou-me para posar com seu cachorro Pluto no sofá”, conta. Isso foi em 1997. A tela tem um título ambíguo, Manhã Ensolarada – Oito Pernas. Não está na mostra, mas o título insinua que Dawson também tinha quatro pernas, como Pluto, considerando os braços como membros inferiores dos hominídeos das cavernas. É essa redução à condição ancestral, de quadrúpede, que tanto incomoda nos nus de Freud. Eles escancaram a bizarrice de corpos pouco harmônicos, para dizer o mínimo.

Riley adianta que estará na mostra também o polêmico retrato da jovem nua deitada na cama ao lado de um ovo colocado sobre uma mesa lateral, assim como a figura de um pássaro morto e um autorretrato do artista em crayon. “O foco da exposição é a gravura, pois Freud foi, além de pintor, um desenhista meticuloso.” E metódico. Não passou um dia sem ir ao ateliê, exigindo pontualidade britânica de seus modelos.

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“Exposição dos 450 anos da lírica de Camões revela duas versões da mesma ode”

Extraído do Blogtailors:

«A exposição comemorativa dos 450 anos da lírica de Luís de Camões, em Lisboa, apresenta pela primeira vez duas impressões da mesma ode, datadas de 1563, com “ligeiras alterações”, disse à Lusa o historiador João Alves Dias». Leia mais no Público e no Diário de Notícias.

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