Fragmento da “Elegia XVIII – Progresso do amor”, de John Donne

Quem quer que ame, se não determina
O correto e verdadeiro objetivo do amor,
É dos que vai ao mar para ficar enjoado.
O Amor nasce como a cria do urso: se lambemos demais
O nosso amor, e a novas e estranhas formas o forçamos,
Erramos, e de uma massa informe um monstro fazemos.
Não seria um monstro um vitelo que crescesse
Com cara de homem, embora melhor do que a sua?
[…]

Elegias amorosas, de John Donne.
Tradução de Helena Barbas.
Lisboa, Assírio & Alvim

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