Arde no lar o fogo antigo
do amor irreparável
e de súbito surge-me o teu rosto
entre chamas e pranto, vulnerável:
Como se os sonhos outra vez morressem
no lume da lembrança
e fosse dos teus olhos sem esperança
que as minhas lágrimas corressem.
Do livro Terra de harmonia, na edição Trabalho poético,
Lisboa, Assírio & Alvim
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Apetece ler em voz alta,este poema!