“Metáfora viva”, de Fiama Hasse Pais Brandão

Quando eu oiço
as três vozes rodeadas
de pontos brancos cintilantes,
como se estivessem à entrada
do palácio viscoso das metáforas,
sei que é a sua beleza tripla,
desatando e atando o nó das gargantas
que vence a viscosidade
e dá respiração aos meus poemas.

De Cenas vivas, Lisboa, Relógio d’Água

1 comentário

Arquivado em Poesia

Uma resposta para ““Metáfora viva”, de Fiama Hasse Pais Brandão

  1. Jorge Fernandes da Silveira

    Meu querido Eduardo,de experiências é das que mais gosto: o gosto de um outro leitor da Poesia amada. Leio, com atenção, as suas escolhas. Nesta, no segundo verso, onde está vezes leia-se vozes. Beijo, Jorge  

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