Autores e Livros

Livros de Comunicação para download grátis

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A Universidade da Beira, de Portugal, disponibilizou livros de comunicação para download grátis. Conforme informa o site Universia, a maior parte dos livros foi lançada entre os anos 2010 e 2011. [Via Cristiane Costa]. Segue descrição a respeito de alguns desses livros:

Tradição e Reflexões: Contributos para a teoria e estética do documentário

Autor: Manuela Penafria

A obra fala do processo de produção de um documentário e mostra exemplos de histórias colocadas neste formato, como por exemplo o movimento operário brasileiro dos anos 70 ou até mesmo durante a era franquista espanhola.

O admirável Mundo das Notícias: Teorias e Métodos

Autor: João Carlos Correia

O livro pretende ser um manual onde se encontre uma abordagem aprofundada da literatura disponível sobre Estudos Jornalísticos.

Jornalismo e convergência: Ensino e práticas profissionais

Autor: Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira

Nesta obra pesquisadores do Brasil, Espanha, Portugal e México discutem novas propostas teórico-metodológicas para o ensino do jornalismo digital. Diversas experiências de ensino também são relatadas, evidenciando problemas, busca de soluçoes, improvisações e criatividade diante de estruturas ainda em desenvolvimento do sistema de ensino.

Vitrine e vidraça: Crítica de Mídia e Qualidade no Jornalismo

Autor: Rogério Christofoletti

Através da obra, o autor procura discutir a qualidade no jornalismo e tenta refletir sobre democracia e responsabilidade social. O livro está atrelado também ao debate sobre a ética, a formação dos novos jornalistas, a inovação e a busca da excelência técnica.

Cidadania Digital

Autor: Isabel Salema Morgado e António Rosas

Neste livro, os autores vão procurar encontrar respostas para a questão da cidadania digital, apresentando análises de realidades diversas cujo enquadramento comum são os usos que os cidadãos fazem das redes digitais.

Direitos do Homem, Imprensa e Poder

Autor: Isabel Salema Morgado

Entendida por muitos como marco civilizacional, coube-me procurar compreender como é percepcionada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na sua dupla projeção: como representação social objetivada no discurso e como enquadramento de uma certa prática política enquanto proposta de exercício do poder para todos os Estados.

 

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